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14 Maio

Urbanização Planejada

A urbanização das cidades e o crescimento populacional são fenômenos que avançam globalmente, e à olhos vistos, nas últimas décadas. O espalhamento das cidades muitas vezes ocorre de forma desordenada e pautado pela necessidade da população, que busca melhor qualidade de vida nas regiões metropolitanas que envolvem os grandes centros urbanos.

As tendências e projeções são de que as cidades sigam crescendo e o que preocupa é na forma como esse crescimento irá ocorrer. Bons exemplos não faltam dentro e fora do Brasil para inspirar projetos que agreguem tecnologia, mobilidade, sustentabilidade, lazer e segurança à rotina das famílias. Os recentes planos diretores municipais, por exemplo, trabalham para contemplar esses e outros aspectos que possam garantir um futuro mais bem planejado.

Dados recentes, divulgados pelo IBGE, apontam que as pessoas estão gastando mais com transporte do que com alimentação, nos tempos atuais. Um impacto real e palpável na qualidade de vida da população. O crescimento é irremediável, mas a forma como ele irá acontecer pode ser diferente.

Tomo como exemplo a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), onde vivo e trabalho. A cidade, que foi planejada e fundada em 1897, hoje possui mais de 2,5 milhões de moradores em seu território e no entorno o volume de pessoas é de quase o dobro desse número.

Onde vamos parar? A capital, que foi projetada por Aarão conserva seus ares de “Cidade Jardim”, mas já passou por inúmeras transformações nesses mais de 120 anos de vida. Olhando para o passado e projetando um futuro melhor, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte (PDDI – RMBH), mira uma mudança na perspectiva social que se formou na capital mineira e seu entorno. A concentração de serviços e oportunidades de trabalho, saúde, educação e lazer em Belo Horizonte gerou um aumento na desigualdade socioespacial, com um espalhamento desordenado que reforça o modelo “centro-periferia”, entre outros pontos negativo.

A Região Metropolitana é composta por 34 municípios e forma o principal centro político, comercial, financeiro, educacional e cultural do estado, com um total de 4,8 milhões de pessoas. Nesse cenário, o Plano Diretor coloca luz sobre aspectos importantes para o desenvolvimento da região, propondo soluções e regras que invertem a atual lógica da cidade, investindo na criação de subcentralidades.

Entre as potenciais regiões mapeadas para a implantação desse novo modelo está o Vetor Sul, que abrange o município de Nova Lima. Assim como aconteceu com o Vetor Norte de Belo Horizonte nos últimos anos, que se tornou uma centralidade viva recebendo investimentos em mobilidade, com a implantação da Linha Verde, instalação da Cidade Administrativa, além de shoppings e universidades. Foram criadas novas oportunidades para quem mora na região e diminuiu-se o fluxo para o Centro. A ideia agora é que a “centralidade Sul” se desenvolva de forma ampla, planejada, moderna e sustentável, atraindo investimentos público-privados e moradores nas próximas décadas.

Foi seguindo o tom desse movimento que, em 2014, a CSul deu início a um Masterplano que contempla o desenvolvimento urbano ordenado e a preservação ambiental na região da Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima. O projeto, que foi classificado como prioritário pelo Governo Estadual em 2017, ocupa uma área de 27 milhões de metros quadrados, às margens da BR-040, uma das importantes vias de acesso à Belo Horizonte.

O trabalho nasce justamente dessa necessidade de descentralização da atividade comercial, de moradia e de lazer da região central da capital mineira e foi desenvolvido pelo escritório do premiado arquiteto e urbanista Jaime Lerner. Um projeto alinhado às diretrizes do Plano Diretor e ao conceito do novo urbanismo, que reúne as melhores práticas adotadas no mundo dentro do tema, levando em conta pontos como infraestrutura de habitação, lazer, heterogeneidade social e oportunidades de trabalho, atrelados a sustentabilidade, inovação e mobilidade.

Nesses primeiros anos de implantação, já atraímos empresas de biotecnologia e inovação, transformando a região em um novo cluster do segmento no estado, além de ter firmado parceria com uma Universidade que ofertará cursos dedicados à área de saúde. Foram dados outros passos importantes, contribuindo para melhoria da qualidade de vida e conveniência dos moradores, como a abertura de um shopping, que levou para a região uma grande rede de farmácias e outra de supermercados, que antes ficavam a mais de 15km de distância. O novo centro comercial prevê ainda inauguração das primeiras salas de cinema da região.

Entre os pontos positivos do desenvolvimento urbano ordenado e, principalmente de um trabalho alinhado ao direcionamento público, está a preocupação ambiental. Quando o crescimento é desordenado e/ou não planejado, são desconsiderados importantes impactos futuros que podem ser negativos a médio e longo prazo. No projeto da CSul, o cuidado com o meio ambiente é uma pauta fundamental. A nova centralidade preserva área verde da região, que inclui fragmentos de mata atlântica e nascentes, e prevê 92m² de área verde por habitante, número que em Belo Horizonte é de apenas 18m². Um amplo estudo hidrológico também está sendo realizado, gerando dados que vão permitir à empresa e ao governo um conhecimento profundo da realidade hídrica da região.

Reforçando o tema que deu voz a este artigo, se até pouco tempo o desenvolvimento econômico e social do Vetor Sul da RMBH (e de Nova Lima) ainda estava muito ligado à exploração mineral da região, com o Plano Diretor caminham novas possibilidades para ampliar as oportunidades de futuro de milhares de pessoas. As cidades que queremos para o futuro são completas, modernas, sustentáveis, funcionais e heterogêneas.

14 Maio

ESTUDO INÉDITO VAI TRAÇAR REALIDADE HÍDRICA DO VETOR SUL DA RMBH

Hoje em dia, no mundo todo, acordos e tratados estão sendo promovidos em prol do meio ambiente, para diminuir os impactos negativos causados por anos de exploração e mau uso dos recursos naturais.

E essa é uma realidade que está bem próxima a todos nós. Pensando nisso, a CSul Desenvolvimento Urbano está realizando, na Lagoa dos Ingleses, um estudo pioneiro que permitirá um amplo conhecimento da condição hídrica subterrânea do local, tanto para o uso racional dos recursos quanto para sua preservação.

Afim de mitigar qualquer tipo de impacto, a empresa se antecipa e estuda previamente a região. “A ideia é registrar a realidade atual e estudar cenários futuros, não tendo chance de causar impacto em quem já está instalado e usa o recurso atualmente”, explica Fabíola Carvalhido, Gerente de Urbanismo e Licenciamento Ambiental da empresa.

O “Projeto de Monitoramento e Pesquisa Hidrogeológica”, da CSul, contempla a perfurações dos poços de monitoramento que consolidarão os resultados desse estudo. É o primeiro projeto de parcelamento do solo em Minas a fazer uma pesquisa como essa. “Iremos detalhar os conhecimentos sobre a água subterrânea, especialmente sobre o aquífero Cauê, que é o principal da região”, conta Fabíola.

Sobre o estudo:
Em agosto de 2016, quando teve início, foi feito um inventário e um cadastro das nascentes, cursos d’água e poços da região. A partir daí, essa rede de recursos hídricos, constituída de 23 pontos, vem sendo monitorada mensalmente com medição de vazão, nível d’água e análise de parâmetros como temperatura do ar e da água, condutividade elétrica, pH, entre outros.

Já em outubro do mesmo ano, a CSul também implantou em sua sede um pluviógrafo automatizado. “Ele mede a pluviometria na região em tempo real – o quanto choveu no período, hora a hora, armazenando os dados. Assim, uma vez por mês, esses dados são descarregados e alimentam uma planilha que contém o histórico de pluviometria dessa região. Esses registros serão essenciais para que o estudo hidrogeológico em curso seja o mais fiel possível em relação às particularidades da região a que ele se refere”, conta a gerente.

Neste primeiro semestre de 2019, a nova etapa – de perfuração de quatro poços tubulares e oito piezômetros -, foi iniciada, permitindo a coleta de dados primários do aquífero Cauê e demais aquíferos existentes na área do projeto, bem como a existência ou não de interferências em outros recursos hídricos regionais.

“Quando os poços tubulares forem perfurados, será feito um teste de bombeamento de 45 dias, 24h por dia e em paralelo a equipe vai acompanhar também o comportamento da rede superficial e subterrânea que já é monitorada mensalmente. Com a obtenção dos dados primários gerados pelo ensaio prolongado será possível alimentar o modelo hidrogeológico numérico para responder questionamentos como: O bombeamento causou impacto em alguma nascente? Como o nível d’água dos poços de monitoramento está variando naquele entorno? Quanto de água subterrânea será possível captar sem causar impacto? Com isso, será possível avaliar possíveis impactos ou não nessa rede hídrica do entorno, e, se houver, será possível propor medidas de mitigação”, explica Maurício Bertachini, Hidrogeólogo da MDGEO e responsável técnico pela Pesquisa hidrogeológica realizada pela CSul.

Ao final do processo, todos os dados coletados pelo monitoramento da rede de recursos hídricos serão usados na elaboração de um modelo numérico matemático que vai retratar esse aquífero (Cauê) e a hidrogeologia da região.

A gerente da CSul conta que o resultado final do projeto de pesquisa e monitoramento é o fornececimento à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), uma ferramenta de gestão dos recursos hídricos no entorno da área do empreendimento. Esse modelo numérico permitirá análise de cenários de desenvolvimento urbano dessa região em relação às demandas por consumo de água e proporcionarão ao órgão ambiental a segurança hídrica no momento de concessão de outorgas de uso de recursos hídricos para o empreendimento Centralidade Sul ou outros previstos para aquela localidade.

O empreendimento tem a sustentabilidade como principal norteadora das ações. Contempla um índice de área verde por habitante sete vezes maior que o de Belo Horizonte: entre 92 e 129 m² contra apenas 18m² da capital.
“O estudo representa uma evolução do conhecimento que temos até hoje e vai ajudar a identificar fontes potenciais capazes de atender nossa demanda de abastecimento, sem trazer nenhum prejuízo ao meio ambiente e à região”, diz Fabíola.

Os resultados devem ser apresentados no primeiro semestre de 2020.

O projeto CSul:
Inspirados pelos conceitos do novo urbanismo, a proposta da CSul é criar em Nova Lima, no Vetor Sul da RMBH, um lugar verdadeiramente planejado para as pessoas. Onde o verde é parte da vida cotidiana e não só da paisagem. Onde o processo de urbanização promove a qualidade de vida dos moradores de forma inovadora, integral, coletiva e sustentável.

O projeto da Centralidade Sul, na Lagoa dos Ingleses, possui 27 milhões de metros quadrados. e segue para consolidar o planejamento urbano de forma sustentável, com a diversificação econômica, a atração de novos investimentos e geração de empregos no Vetor Sul da RMBH.

Recebeu a Licença Prévia (LP) do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) no segundo semestre de 2018 e agora se prepara para a próxima fase: a de Licença de Instalação. Para isso, a equipe técnica da CSul e seus consultores estão empenhados no detalhamento dos estudos e programas ambientais e de todos os projetos necessários à proposta da Centralidade Sul (urbanístico, terraplenagem, geométrico, drenagem, abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, iluminação, entre outros).

O planejamento regional é marca forte desse projeto, pois ao adotar soluções integradas e de longo prazo, permitirá ao município e ao Estado programarem ações e viabilizarem parcerias estratégicas de projeção no cenário nacional, atraindo investimentos para toda região.

E na busca desse desenvolvimento urbano e da diversificação econômica do vetor sul, a CSul tem se empenhado no fomento regional e já vem atraindo importantes empresas e instituições, como a Biomm, fábrica de insulina; a Biotech Town, incubadora e aceleradora de startup’s na área de biotecnologia e a PUC Minas, que implantará um campus com cursos de graduação e pós-graduação na Lagoa dos Ingleses.

14 Maio

CSul Desenvolvimento Urbano investe R$ 2,5 bi em Nova Lima Numa área de 27,5 milhões de m², companhia precisa aplicar recursos nos próximos 10 a 15 anos

Numa área de 27,5 milhões de m² em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, a CSul Desenvolvimento Urbano – formada pelos acionistas majoritários Grupo Asamar, Alicerce/Tangará, Mindt e BMPI (Barbosa Melo Participações e Investimentos) – já investiu R$ 500 milhões na aquisição de áreas, estudos ambientais, projetos de urbanismo, infraestrutura e terraplenagem, entre outros, de 2013 até agora. “A nossa previsão é que o projeto precisa de mais R$ 2 bilhões que ainda vão ser investidos nos próximos dez a 15 anos”, calcula o presidente da CSul, Maury Fonseca Bastos. Para o executivo, que comanda a CSul há três anos, esse é “o maior projeto de desenvolvimento urbano da América Latina que foi desenvolvido por Jaime Lerner, urbanista reconhecido”.

A etapa atual do masterplan da CSul, que já tem a Licença Prévia, é obter a Licença de Instalação (LI). Agora, o objetivo é licenciar 7 milhões de m², uma área em que se concentrarão um campus da PUC, além de áreas de comércio, indústrias, prédios, condomínios e parques. A CSul dará entrada ao pedido da LI em junho na Secretaria de Estado de Meio Ambiente e espera obtê-la em até um ano.

Bastos explica que o masterplan já abriga o projeto Biotectown, com dez startups e um laboratório de biotecnologia numa área construída de 1.200 m². “Junto com isso, já fechamos parceria com a PUC pra levar um campus universitário com foco na medicina e nas ciências da vida, que complementa esse cluster de biotecnologia”, conta. Além disso, está em negociação a ida de quatro diferentes redes de hospitais. Bastos conta que a PUC está pronta para iniciar o investimento aguardando somente a liberação do MEC para novos cursos de medicina. “É uma área de 98 mil m², dos quais 45 mil m² em parque ecológico e 55 mil m² no campus universitário”, diz.

Em fase de testes, a Biomm, produtora de insulina, já está numa área com 140 engenheiros. “Ano que vem, deve chegar a 300 engenheiros, com a previsão de a produção acontecer no ano que vem. Já tem fornecedores interessados em se instalar (na área)”, informa.

Dentre os 2.800 empregos que já existem na área, parte deles está no shopping Navegantes, que será totalmente inaugurado em agosto deste ano. “Quando o projeto da CSul estiver totalmente implementado, a previsão é de geração de 80 mil empregos”, diz.

Da área total de 27,5 milhões de m² da CSul, Bastos calcula que 10 milhões de m² são para desenvolvimento imobiliário e 12,5 milhões de m² para área institucional (a ser doada para a Prefeitura de Nova Lima para serviços para a população), além de áreas verdes e ruas distribuídas. “Os outros 5 milhões de m² são áreas urbanas que já foram licenciadas”, informa.

Parcerias são feitas com diversas empresas

Além do Navegantes Mall, da biotectown e do condomínio Costa Laguna, a CSul está fazendo parcerias diversas. Com o grupo Emccap de condomínio residencial, tem parceria prevista com o grupo SGO para desenvolvimento de condomínio empresarial (que atrai pequenas e médias empresas oferecendo logística, segurança e infraestrutura) com área de 2.000 a 5.000 m². Outra parceria é com o grupo Katz, que vai desenvolver um condomínio residencial, e o Grupo Preall vai se transferir para a região.

De acordo com Maury Bastos, o projeto CSul será numa região extremamente demandada pela população pela qualidade de vida que vai proporcionar, exatamente pelo planejamento prévio com os conceitos de sustentabilidade. “Temos seis vezes mais área verde do que Belo Horizonte tem hoje por habitante”, destaca. Todo o investimento em infraestrutura, segundo Bastos, vai preparar a região para receber todo o tipo de tecnologia disponível dentro do conceito de cidade inteligente vinculado ao conceito de sustentabilidade: “Seremos um objeto de desejo. A população vai querer estar lá”.

Navegantes Mall

– O Navegantes Mall – empreendimento do Grupo EPO, Locare e CSul Desenvolvimento Urbano – está localizado na região da Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, e já iniciou as operações das quatro lojas âncoras: Supermercado Super Nosso, Drogaria Araujo, Store e Americanas Express.

– Para o presidente da CSul, Maury Bastos, o Navegantes vem atender toda a demanda de serviços da região. “É um shopping não só da Lagoa dos Ingleses, como de cidades próximas. Passa a reter o movimento das pessoas que não precisam mais ir ao centro de BH para ter os serviços”, diz.

– Até o final de agosto, o shopping Navegantes inaugura o restante das lojas com cinemas e restaurantes. A comercialização é da EPO.

Classe social

Conceito. Maury Bastos diz que o projeto é para atender várias classes sociais com toda a tecnologia e conceito de modernidade: “A região tende a se desenvolver para vários segmentos”.

14 Maio

LOJAS ÂNCORAS DO SHOPPING NAVEGANTES JÁ ESTÃO EM FUNCIONAMENTO NA LAGOA DOS INGLESES

O Navegantes Mall, empreendimento do Grupo EPO, Locare e CSul desenvolvimento Urbano –, localizado na região da Lagoa dos Ingleses em Nova Lima, já iniciou as operações das suas quatro lojas âncoras: Supermercado Super Nosso, Drogaria Araújo, Store e Americanas Express. A abertura confirma o sucesso do empreendimento, que já possui 80% dos espaços locados.
“Como moradora, fiquei muito feliz com as inaugurações das lojas âncoras porque veio facilitar a nossa vida que, agora, podemos adquirir produtos que necessitamos no dia a dia com facilidade. Um supermercado como o Super Nosso é fundamental e a Araújo é referência em Minas. Além disso, como trabalho na área imobiliária, acredito que a Lagoa dos Ingleses está caminhando no sentido da valorização. Quem estiver indo para lá, vai beber água fresca. Quem investir agora nesse plano urbanístico da CSul vai, com certeza, colher frutos daqui a alguns anos”, comenta Liliane Carneiro Costa, corretora e moradora da região.

Sobre o Navegantes
O mall segue o conceito mixed use, que conta com opções de lazer, comércio, serviços e moradia em um só lugar. Ainda serão inaugurados um complexo do Grupo Cineart com três salas de cinema de última geração, restaurantes renomados, lojas de material de construção, serviços automotivos, jardinagem e piscina, móveis e decoração, telefonia celular, entre outros.
O empreendimento será inaugurado em agosto de 2019, com aproximadamente 200 vagas de estacionamento e cerca de 8 mil metros quadrados de área construída.
“Ao atrair empresas como essas para a região, aumentamos a geração de emprego e renda e possibilitamos uma autonomia para a Lagoa dos Ingleses, transformando-a em um local autossustentável, com novas oportunidades de moradia, trabalho, infraestrutura, saúde e educação”, explica Maury Bastos, presidente da CSul.
“Acreditamos que esse conceito valoriza e fomenta a economia da região, incluindo o aumento da empregabilidade”, conta Gilmar Dias, presidente do Grupo EPO.

O shopping foi projetado pelo renomado arquiteto Gustavo Penna e faz parte do projeto de Desenvolvimento Urbano da CSul para a região.